O Grêmio está de olho na notícia confirmada pela Fifa na última terça-feira (16), garantindo que distribuirá quase R$ 2 bilhões pelo Programa de Benefícios aos Clubes — mecanismo que indeniza financeiramente equipes que cedem atletas às seleções nas Eliminatórias e, principalmente, durante a Copa do Mundo de 2026 (Estados Unidos, México e Canadá). O critério detalhado de rateio ainda não foi divulgado, mas a tendência é repetir a lógica usada em 2022: pagamento por jogador convocado e por tempo de permanência no torneio.
Quanto vale por atleta na Copa
Com base no último Mundial e em informações de bastidores, a faixa média de pagamento por jogador convocado para a Copa deve ficar entre US$ 250 mil (R$ 1,3 milhão) e US$ 300 mil (R$ 1,6 milhão), variando conforme a fase alcançada pela seleção.
O que isso significa para o Grêmio
O Grêmio tem boas chances de ser beneficiado em diferentes frentes:
- Convocações para a Copa
- Cristian Olivera (Uruguai) e Balbuena (Paraguai) são nomes com potencial de lista final.
- Villasanti (Paraguai) trabalha para retornar até abril e reabrir espaço na seleção.
- Cenários de receita (estimativa apenas para Copa):
- 2 convocados: ≈ R$ 2,6 mi a R$ 3,2 mi
- 3 convocados: ≈ R$ 3,9 mi a R$ 4,8 mi
- Eliminatórias (repasse extra)
A participação de Olivera, Balbuena, Villasanti, além de Noriega (Peru) e Aravena (Chile) nas rodadas qualificatórias também gera pagamento via programa. O valor é calculado por período de convocação (dias em Data Fifa), somando-se ao que eventualmente for recebido na Copa.
Próximos passos
A Fifa deve divulgar a regra fina de rateio (diárias, percentuais e janelas de cálculo). O Grêmio monitora listas de convocação, minutagem e desempenho dos selecionáveis — variáveis que, combinadas, maximizam o valor a receber.











