O sábado (4) foi marcante para o lateral-esquerdo Marlon — e não apenas pela polêmica do pênalti que definiu a derrota do Grêmio por 1 a 0 diante do Bragantino, em Bragança Paulista. O jogador atingiu uma meta contratual importante: ao completar o 25º jogo com a camisa gremista, ativou a cláusula que obriga o clube gaúcho a comprar seus direitos econômicos em definitivo junto ao Cruzeiro.
Cláusula de compra acionada pelo Grêmio
Segundo informações apuradas pelo jornal Zero Hora, o Grêmio não precisará desembolsar o valor integral imediatamente. O acordo prevê o pagamento de US$ 3,5 milhões (cerca de R$ 18,6 milhões) por 70% dos direitos econômicos do atleta, mas o clube poderá dividir a quantia em 11 parcelas de aproximadamente US$ 300 mil (R$ 1,6 milhão cada), ao longo de dois anos.
A primeira parcela será quitada a partir da próxima temporada, o que alivia o impacto financeiro imediato e permite uma gestão mais equilibrada das finanças.
Decisão influenciada pelo jogador
Um fator determinante para o formato do acordo foi o próprio desejo de Marlon em jogar no Grêmio. O lateral insistiu na transferência e aceitou condições que viabilizaram o empréstimo inicial com essa cláusula de compra automática após atingir o número de partidas.
Desde que chegou à Arena em abril de 2025, Marlon assumiu a titularidade absoluta da lateral esquerda, ficando fora de apenas duas partidas, ambas por suspensão. Além da consistência defensiva, o jogador soma três assistências para gols, consolidando-se como peça importante no time comandado por Mano Menezes.
Com o acionamento da cláusula, o novo contrato definitivo de Marlon com o Tricolor será válido por três temporadas. A regularidade e o envolvimento do atleta dentro e fora de campo reforçam a convicção de que o investimento será estratégico para o futuro do clube.











