A busca por um novo treinador já tem um nome favorito nos corredores da Arena: Luís Castro, de 63 anos. A futura gestão do Grêmio trata o técnico português como plano A absoluto para comandar o clube a partir de 2026 — embora existam planos B e C com o mesmo “sotaque” europeu, caso a negociação não avance.
Segundo apuração da reportagem, Luís Castro já era considerado o principal candidato antes mesmo da confirmação da saída de Mano Menezes. Agora que a decisão foi oficializada nesta terça-feira (9), o clube prepara uma proposta formal ao ex-treinador do Botafogo, Porto, Shakhtar Donetsk e Al-Nassr.
Conversas já em andamento e clima de otimismo no Grêmio
Apesar de não haver diálogo com Castro antes do anúncio da saída de Mano, as tratativas começaram imediatamente após a posição oficial do clube. Fontes internas relatam otimismo nas negociações. Grêmio e treinador ajustam detalhes, com ambos os lados cedendo em alguns pontos para viabilizar o acordo.
A intenção da nova diretoria é avançar rapidamente no negócio e ter o comandante definido o quanto antes para iniciar o planejamento de 2026.
Custo dentro do orçamento gremista
Um dos fatores que agradam ao Grêmio é que o valor total envolvendo Luís Castro e sua comissão técnica não ultrapassaria R$ 2 milhões por mês — cifra semelhante à que o clube pagava recentemente a Renato Portaluppi e sua equipe.
A comissão do português costuma incluir de quatro a cinco profissionais, número que ainda poderá ser ajustado sem impactar o montante total previsto no orçamento.
Novo ciclo, nova ideia de futebol
A escolha por Luís Castro simboliza uma mudança de direção: o Grêmio busca um treinador capaz de implementar modelo de jogo estruturado, processos modernos e desenvolvimento de jovens, alinhado à visão da gestão de Odorico Roman.
Com conversas fluindo e boa receptividade de ambas as partes, a tendência é de que a negociação evolua nos próximos dias — e Luís Castro se torne o nome responsável por iniciar o novo capítulo do Grêmio a partir de janeiro.











