A nova gestão do Grêmio assumiu o clube com diversos problemas financeiros, ainda oriundos da gestão anterior do tricolor. Dessa forma, o presidente Odorico Roman juntamente com os seus pares, vem trabalhando para buscar alternativas para amenizar as questões financeiras e assim dar início ao trabalho pensando na próxima temporada.
Problemas envolvendo folha de pagamentos que estão atrasadas, além da notificação feita pelo atacante Braithwaite em relação ao atraso de acordos feito, a necessidade de derrubar o transfer ban sofrido pelo clube e também o 13º salário que precisa ser pago, são algumas das questões abertas e que a nova direção terá que regularizar até o final do ano.
Movimento milionário para “zerar” as contas do Grêmio
A base do processo está na venda do atacante Alysson para o Aston Villa, da Inglaterra. A negociação foi feita em 10 milhões de euros fixos, com mais 2.5 milhões de variáveis. Ou seja, 12.5 milhões de euros da negociação total do jogador formado nas categorias de base gremista.
Do total, 90% do valor ficará nos cofres do Grêmio. O atleta abriu mão de 10% do que tinha direito para o negócio acontecer. Do montante acertado, 4 milhões de euros serão pagos agora, à vista, e ajudarão o clube a viajar o ano com os cofres mais cheios. E o restante do valor será parcelado pelo clube inglês.
Conforme informações do repórter Eduardo Gabardo, a parte que será parcelada da venda de Alysson servirá como garantia no empréstimo bancário com uma instituição financeira. Dessa forma, o Grêmio receberia o valor neste momento através do empréstimo, e quando o Aston Villa realizar o pagamento esse dinheiro seria utilizado para pagar o empréstimo, e apenas ficaria os valores dos juros da transação financeira com o banco.
Dessa forma todas as pendências serão pagas o mais breve possível, entretanto em 2026 com esses problemas resolvidos. Principalmente a situação do transfer ban que caso não seja pago, impede o Grêmio de registrar novos jogadores para as competições da próxima temporada.











