O Grêmio terá três grandes competições para disputar em 2026, o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Sul-Americana. E um dos adversários nos campeonatos nacionais foi comparado ao PSG, da França, que é o atual campeão da Champions League e do Intercontinental.
Dois clubes estão despontando no futebol brasileiro nos últimos anos, Flamengo e Palmeiras. O clube carioca que acabou de disputar a Copa Intercontinental ficando em segundo lugar, foi comparado ao PSG pelo treinador da equipe francesa.
Flamengo com visibilidade mundial
Logo após a final do Intercontinental disputada por PSG e Flamengo, e vencida pelo clube de Paris, o treinador Luis Enrique rasgou elogios ao Flamengo, principalmente devido ao enfrentamento na decisão da competição. O treinador espanhol ressaltou a dificuldade encontrada pelo clube francês em vencer apenas nos pênaltis a equipe do Brasil.
“Tudo que vimos na análise foi cumprido. Uma equipe que jogou com a bola de maneira perfeita, que também jogou no espaço. São muito rápidos. Claramente é o Flamengo. Esteve num nível muito alto. Fácil não, foi muito difícil, mas a mentalidade e a qualidade dos meus jogadores, de jogar um bom futebol.... foi um prazer jogar contra o Flamengo. O primeiro tempo defensivo nosso foi incrível, pressionamos o tempo todo. Depois do pênalti a partida ficou mais equilibrada. Parabenizar o Flamengo por toda a temporada”, comentou Luis Enrique.
O recado do Grêmio ao Flamengo
A hegemonia que o Flamengo vem conquistando é um mérito do clube. Porém, isso não precisa obrigatoriamente ser aceito pelo Grêmio e pelos rivais do Brasileirão. Por isso, o CEO do Tricolor, Alex Leitão, destacou que algumas ações precisam ser tomadas para que o cenário mude.
"No meu entendimento, o que o presidente do Flamengo quer é que o Brasileirão se transforme em uma Bundesliga, onde o Flamengo seja o Bayern de Munique. De cada 10 campeonatos, ele vai ganhar nove. Isso é o que ele quer e é legítimo que ele queira isso. Agora, os outros 19 clubes precisam se juntar e impedir que isso aconteça. O que a gente precisa fazer para que o Campeonato Brasileiro não se transforme em uma Bundesliga é que as diferenças tem de ser menores, a distribuição desses direitos tem de ser de uma forma um pouquinho mais consciente para todos os clubes.", disse o CEO.











