O Grêmio já se movimenta nos bastidores para tentar transformar o empréstimo de Arthur em permanência. A direção pretende apresentar até o fim do primeiro semestre uma proposta de compra à Juventus, mas há um detalhe que deixa a história em suspense: o clube italiano ainda não informou quanto quer receber para liberar o volante em definitivo.
Segundo o jornalista Eduardo Gabardo, de GZH, a Juve prefere esperar o encerramento do empréstimo, em junho, para avaliar o cenário e as ofertas que podem aparecer no mercado.
Grêmio pode escapar de “leilão” com Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro graças a uma regra
No futebol brasileiro atual, deixar um jogador valorizado “solto” no mercado é sempre um risco — especialmente com Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro atentos a oportunidades. Só que, neste caso, existe uma chance real de o Grêmio ganhar vantagem por um fator pouco comentado fora dos bastidores: uma regra da CBF sobre limite de partidas.
Com o Brasileirão no formato janeiro a dezembro, o atleta só pode defender um segundo clube na Série A se tiver feito até 12 jogos pelo primeiro. Se disputar 13 partidas, ele não pode atuar no Brasileirão por outra equipe na mesma temporada.
E é aí que entra o cálculo: até junho, quando termina o empréstimo de Arthur, o campeonato terá 18 rodadas. Ou seja, se o volante entrar em campo 13 vezes, o Grêmio praticamente zera a concorrência interna pelo jogador — pelo menos dentro do Brasil.
Mesmo com “vantagem”, decisão ainda depende da Juventus e do mercado europeu
Mesmo que essa trava funcione por aqui, o Grêmio ainda precisa lidar com dois obstáculos: a posição final da Juventus e as ofertas de outros mercados. A expectativa é que clubes de fora possam consultar a situação, especialmente se Arthur ganhar sequência e se valorizar.
Ainda assim, o recado interno é forte: o Grêmio pretende fazer um esforço grande para manter o volante, visto como peça importante para o projeto de 2026.











