O Grêmio está no mercado em busca de um meia que mude o patamar do time — e um velho conhecido entrou no radar: Bitello. Revelado na base tricolor e vendido em 2023, o jogador de 26 anos atua hoje no Dínamo Moscou, da Rússia, e teve sua situação sondada pela direção, que buscou informações sobre a possibilidade de repatriação.
A resposta que chegou aos bastidores, porém, veio com um aviso claro: não será um movimento simples.
Grêmio esbarra em cifras “fora da realidade”: operação pode chegar a € 20 milhões
Trazer Bitello de volta, neste momento, é tratado como uma negociação pesada e complexa. A operação para tirá-lo do futebol russo gira em torno de € 20 milhões (cerca de R$ 124,6 milhões), um patamar visto como impraticável para o Grêmio agora.
Há, no entanto, uma possível “janela” no segundo semestre: a partir de julho, Bitello pode deixar o Dínamo mediante o pagamento de uma multa de € 18 milhões (aproximadamente R$ 112 milhões). Ainda assim, o valor segue alto — e exige uma engenharia financeira difícil de encaixar.
Nos bastidores, pesa também um ponto importante: o jogador está disposto a voltar ao Brasil e gostaria de atuar em um mercado que o coloque novamente em evidência pensando em Seleção.
Concorrência existe, e o Dínamo já recebeu propostas
O meia-atacante tem propostas do Brasil e do exterior na mesa do Dínamo, embora os clubes interessados não sejam oficialmente revelados. No passado, equipes como Flamengo, Botafogo e Palmeiras já demonstraram interesse, mas o clube russo endureceu e travou qualquer avanço.
Ou seja: mesmo que haja vontade, a disputa pode virar um leilão — e isso costuma encarecer ainda mais a conversa.
Da base do Tricolor à Rússia: venda, números e momento atual
Bitello teve sequência no time principal do Grêmio entre 2022 e 2023 e foi vendido em setembro de 2023 por € 10 milhões (cerca de R$ 53 milhões na cotação da época). No Dínamo Moscou, nesta temporada, soma 20 jogos e cinco gols, mantendo números relevantes e valorização no mercado.











