A passagem de Tiago Volpi pelo Grêmio virou um capítulo encerrado. Após acertar a saída do clube, o goleiro já tem um caminho praticamente desenhado para seguir na elite do Brasileirão: ele está com negociações avançadas para defender o Red Bull Bragantino.
O desfecho envolve bastidores delicados. Para liberar o jogador, o Grêmio costurou um acordo para quitar luvas em atraso, e Volpi aceitou abrir mão de parte dos valores que teria a receber até o fim deste ano, facilitando a rescisão.
Grêmio: de começo promissor a críticas — e o “estopim” virou a busca por um dono do gol
Contratado em 2025, Volpi chegou a empolgar no início: fez defesas importantes e foi decisivo em disputas por pênaltis, ajudando o time em momentos de pressão. Com o tempo, porém, a avaliação virou — e a passagem passou a ser marcada por críticas, especialmente por gols sofridos em finalizações de longa distância.
Enquanto isso, a nova direção já tinha um plano traçado: queria um goleiro afirmado para assumir a titularidade na era Luís Castro. E, com a renovação de Gabriel Grando, o clube entendeu que não conseguiria manter todas as alternativas para a posição.
A camisa 1 virou “sinal”: Weverton chega, e cenário aponta para mudança total
Um indício forte de que Volpi não seguiria no elenco apareceu na apresentação de Weverton. Ex-Palmeiras, o goleiro chegou e recebeu a camisa 1, num gesto que, nos bastidores, já foi lido como recado claro sobre a hierarquia do gol.
Com a saída encaminhada, o Grêmio passa a contar principalmente com Weverton, Gabriel Grando e Gabriel Menegon como opções para a meta tricolor.











