A Rádio Grenal entrou em contato com o presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, para esclarecer a cobrança de R$ 500 mil referente à venda de Everton Galdino, do Grêmio, ao FC Tokyo, do Japão. Segundo o dirigente, o valor não é de responsabilidade do Grêmio, mas sim da Tombense, clube que detinha os direitos econômicos do atacante.
“O Grêmio deve à Tombense. Quem nos deve é a Tombense”, afirmou Bravo, em contato telefônico com a emissora.
Entenda o caso envlvendo o Grêmio
O Vila Nova, clube formador do jogador, tem direito a uma porcentagem dos valores da negociação, conforme previsto no mecanismo de solidariedade da FIFA. O Tricolor gaúcho, no entanto, não era o detentor dos direitos econômicos de Everton Galdino, atuando apenas como vitrine durante o período em que o atleta esteve emprestado e posteriormente negociado.
A reportagem também entrou em contato com o presidente da Tombense, Lane Gaviolle, que confirmou estar tratando do caso, mas preferiu não conceder entrevista nem divulgar detalhes adicionais sobre o processo.
A trajetória de Everton Galdino
Revelado pelo Vila Nova, Galdino passou pela Tombense e ganhou destaque no Grêmio, onde atuou nas últimas temporadas antes de ser vendido ao futebol japonês. A boa passagem pelo Tricolor, com gols decisivos e versatilidade no ataque, contribuiu para a valorização do atleta no mercado internacional.
Com a negociação já concluída, o Vila Nova aguarda o repasse de sua parte na transação, que, segundo o presidente Hugo Bravo, deve ser pago pela Tombense. O caso segue sendo acompanhado pelas partes envolvidas e pode ter desdobramentos administrativos nas próximas semanas.











