Alysson está de malas prontas para deixar o Grêmio e jogar no Aston Villa, da Inglaterra, no entanto, outro atacante deve permanecer no clube: o atacante André Henrique. O Grêmio recusou uma proposta oficial de 2 milhões de euros (cerca de R$ 12,7 milhões) feita pelo Göztepe, da Turquia, pelo atacante. A direção avaliou que o valor está abaixo do esperado e decidiu manter o jogador no elenco para a próxima temporada.
Mesmo utilizado como reserva durante boa parte de 2025, André Henrique assumiu papel relevante quando acionado, especialmente nas ausências de Carlos Vinícius, artilheiro do time. Em momentos decisivos, o atacante de 23 anos correspondeu em campo e chamou atenção do mercado internacional, o que não foi suficiente, porém, para convencer o Grêmio a negociá-lo neste momento.
Segundo dirigentes gremistas, o valor não refletia o potencial de crescimento do jogador. Além disso, o clube avalia que André Henrique é uma das poucas opções de centroavante de área à disposição da futura comissão técnica, fator que pesou fortemente na decisão de rejeitar a venda.
Futuro no Grêmio e situação contratual
O vínculo de André Henrique com o Tricolor vai até dezembro de 2026. Por isso, há uma preocupação natural com o calendário: a partir de julho de 2026, o jogador poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe, saindo de graça ao fim do compromisso — algo que o clube pretende evitar.
Por esse motivo, uma renovação ou ampliação de contrato não está descartada e deve ser debatida já no início da temporada. A nova gestão entende que, caso André Henrique evolua com mais minutos em campo, seu valor de mercado pode aumentar consideravelmente, tornando uma futura venda mais vantajosa.
Peça estratégica para 2026
Com incertezas sobre reforços no setor ofensivo e saídas possíveis no elenco, André Henrique é tratado como um ativo importante. O cenário indica que ele terá mais espaço no próximo ano, especialmente durante a fase de reformulação sob comando da nova direção.











