O Grêmio chegou a abrir conversas com o Botafogo para tentar a contratação do meia-atacante Jefferson Savarino, mas a negociação acabou não evoluindo. O principal motivo não foi financeiro nem técnico, e sim uma decisão pessoal do jogador e de sua família, que optaram por permanecer no Rio de Janeiro neste momento da carreira.
Mesmo com interesse mútuo entre os clubes, a mudança para Porto Alegre acabou se tornando inviável diante do posicionamento do entorno do atleta.
Conversas existiram e envolveriam dívida entre os clubes
O nome de Savarino surgiu nos bastidores da Arena como uma alternativa estratégica. A ideia do Grêmio era utilizar o jogador como parte de uma negociação maior com o Botafogo, abatendo valores que o clube carioca ainda deve ao Tricolor por operações recentes.
Entre elas estão:
- a venda do lateral Cuiabano
- a negociação do atacante Nathan Fernandes
Os débitos somados representam uma quantia relevante, e a inclusão de Savarino no negócio era vista como uma forma inteligente de equalizar pendências financeiras entre as partes.
Família pesa na decisão do jogador
Apesar da boa avaliação técnica e do aval interno no Grêmio, o fator determinante foi extracampo. A família de Savarino deixou claro que não deseja deixar o Rio de Janeiro neste momento, o que esfriou de vez qualquer possibilidade de avanço.
Diante desse cenário, o próprio Botafogo comunicou ao Tricolor que não haveria ambiente para seguir com as tratativas.
Grêmio segue atento ao mercado
Com a negociação descartada, o Grêmio volta suas atenções a outros nomes para o setor ofensivo. A busca segue alinhada ao perfil desejado pela comissão técnica de Luís Castro, priorizando jogadores que possam agregar qualidade imediata, mas que também estejam alinhados ao contexto financeiro e pessoal do projeto.
Savarino, portanto, foi uma possibilidade real, discutida e negociada, mas que acabou barrada por uma decisão fora das quatro linhas.











