No último compromisso pelo Campeonato Brasileiro, o que se viu em campo foi uma equipe totalmente apática. O desempenho foi tão abaixo da média que rendeu comentários duros e indignados do experiente narrador Pedro Ernesto Denardin.
O "chocolate histórico" que o Grêmio levou do Flamengo
Em sua coluna no portal GZH, o comunicador não passou pano para a atuação do esquadrão gaúcho. Segundo as palavras do próprio narrador, é difícil buscar na memória recente uma partida em que o adversário tenha encontrado tanta facilidade e espaço para ditar o ritmo contra o Tricolor.
Mesmo com o placar final anotando apenas um gol de desvantagem, o banho de bola tático foi evidente. Pedro Ernesto destacou que o time carioca empilhou chances claras, carimbou a trave e só não construiu uma goleada vexatória por conta de um único nome: Weverton.
O goleiro fez chover embaixo das traves, operou verdadeiros milagres e foi o melhor em campo disparado. Suas defesas vitais evitaram o pior na noite em que a pequena torcida visitante deitou e rolou, chegando a ecoar gritos de "olé" nas arquibancadas.
Um alerta para o Grêmio antes do próximo desafio
O incômodo do narrador foi tamanho que ele confessou ter sentido constrangimento ao relatar o amasso pelo microfone para a nação do Imortal. No setor ofensivo, a equipe foi um fantasma, registrando apenas um único chute forte de falta cobrado por Amuzu como lance de perigo. O resto foi silêncio absoluto no ataque.
O "chocolate", como bem definiu Pedro Ernesto, não se refletiu nos números magros do placar, mas sim na postura passiva de um grupo que sequer conseguiu entrar no clima de competição.
Agora, não há muito tempo para lamentar. O elenco tem a obrigação de juntar os cacos, sacudir a poeira e buscar a reabilitação imediata em Salvador, onde encara o Bahia. A expectativa da torcida e da imprensa é uma só: que o time apresente um futebol à altura da camisa que veste.











